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Cargill apresenta seu 1º relatório sobre florestas

Em documento, empresa destaca progresso na construção de cadeias de suprimento livres de desmatamento


A Cargill apresentou em seu primeiro Relatório sobre Florestas o progresso das ações realizadas em busca de seu compromisso de eliminar o desmatamento das cadeias de abastecimento. No Brasil, segundo maior produtor mundial de soja, a empresa trabalha com mais de 15 mil agricultores e, desde 2004, atua para reduzir o desmatamento no bioma amazônico. Uma das principais causas abraçadas neste período foi a transparência na coleta de dados sobre a originação do grão. Para isso, a Cargill avaliou o Cadastro Ambiental Rural (CAR) de mais de 12 mil produtores relacionados com a cadeia produtiva da soja e concluiu que 60% estão dentro da lei, porém a empresa trabalha para que esse número abranja todos os fornecedores diretos e indiretos.

Para alcançar este objetivo, a Cargill realizou o treinamento de 300 funcionários a fim de avaliar e incentivar a implementação do CAR na cadeia; desenvolveu e distribuiu 20.000 folhetos para educar agricultores sobre o cadastro; assinou um convênio de cooperação com o Ministério do Meio Ambiente para demonstrar apoio do CAR; se comprometeu com o Green Grain Protocol, que incorpora o CAR como requisito de abastecimento no Estado do Pará; e apoiou a expansão do Programa Mais Soja nos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia em que o CAR foi incorporado como um indicador de desempenho do programa e das sessões de treinamento.

"Acabar com o desmatamento é fundamental para conter as mudanças climáticas", disse o presidente e CEO da Cargill, David MacLennan. "Hoje, estamos numa importante encruzilhada enquanto trabalhamos para alimentar o mundo e proteger o planeta. A agricultura sustentável deve ser uma parte da solução."

Entre as ações realizadas no período, o relatório destaca a participação da Cargill na Moratória de Soja, cuja proibição de comprar soja produzida em terras recém-desmatadas foi um fator que contribuiu para a redução de 80% na taxa de desmatamento desde 2004. Com a extensão do programa, a empresa agora advoga pela implementação do Programa Brasileiro de Código Florestal por meio do CAR, que deve entrar em vigor em dezembro de 2017; a participação da Cargill na Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, um movimento multissetorial estabelecido para propor iniciativas e influenciar as políticas públicas que levam desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, criando empregos apropriados, incentivando a inovação, a competitividade global e gerando riqueza para a sociedade; e a parceria com a ABIOVE para expandir o programa Mais Soja, uma gestão ambiental e social para a soja no Brasil.

O progresso das ações globais
Com o intuito de ser a fonte mais confiável de produtos e serviços sustentáveis, a Cargill liderou e apoiou uma série de iniciativas na última década para colocar sua voz e influência nos esforços público-privados de mitigação do desmatamento e mudanças climáticas. Entre esses empenhos estão a Moratória Brasileira da Soja, o Manifesto Sustentável do Óleo de Palma, a Declaração de Nova Iorque sobre Florestas, o Movimento de Nutrição da Escalada das Nações Unidas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a Lei de Negócios Americanos sobre o Compromisso Climático.

"Nós percebemos que o setor privado pode tornar a agricultura e as cadeias de suprimento mais sustentáveis", disse Ruth Kimmelshue, líder global de operações de negócios e cadeia de suprimentos da Cargill. "Mas não podemos fazer isso sozinhos. Queremos trabalhar com clientes, governos, ONGs e outros segmentos para aplicar abordagens escalonáveis e implantar tecnologias e práticas que dê aos agricultores as ferramentas de que precisam para criar um mundo mais seguro em relação aos alimentos."

Com esse objetivo em vista, a Cargill desenvolveu e implementou programas e treinamentos para mais de 148.000 agricultores e fornecedores para promover o uso sustentável da terra. Entre eles, 15.000 agricultores de soja de pequeno e grande porte no Brasil, 1.000 fazendeiros de soja no Paraguai, 21.000 produtores de óleo de palma na Indonésia e 90.000 produtores de cacau e cooperativas na África Ocidental. Além disso, em apoio aos planos de ação colocados em prática na linha produtiva do óleo de palma e cacau em todo o mundo, soja no Brasil e Paraguai, e algodão e milho na Zâmbia, a Cargill emitiu uma nova Política de Empacotamento Baseado em Fibras Sustentáveis.

O Relatório Cargill sobre Florestas
O primeiro Relatório Cargill sobre Florestas descreve os avanços da empresa em relação aos planos de ação para proteger as florestas e promover o uso sustentável da terra nas cadeias de seis produtos: cacau, soja, óleo de palma, algodão, milho e fibras.  Ele também oferece uma visão geral de como a Cargill trabalha em conjunto com o World Resources Institute e o Global Forest Watch para estabelecer metas de não desmatamento e colaborações globais para promover a agricultura sustentável. Acesse o relatório completo.

Sobre a Cargill
A Cargill produz e comercializa internacionalmente produtos e serviços alimentícios, agrícolas, financeiros e industriais. Em parceria com produtores, clientes, governos e comunidades, e por meio de 150 anos de experiência, ajuda a sociedade a prosperar. Possui 150 mil funcionários em 70 países que estão comprometidos em alimentar o mundo de forma responsável, reduzindo impactos ambientais e melhorando as comunidades onde vivem e trabalham.   No Brasil desde 1965, é uma das maiores indústrias de alimentos do País. Com sede em São Paulo (SP), a empresa está presente em 17 Estados brasileiros por meio de unidades industriais e escritórios em 191 municípios e mais de 10 mil funcionários. Para mais informações, visite
www.cargill.com e a central de notícias.

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